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13 jul

Roupas íntimas, como usá-las?

Veja 8 alertas sobre o uso incorreto de roupas íntimas e as implicações em sua saúde.

 

1- Roupa íntima muito justa

Além de ser uma gafe fashion, calcinhas e cuecas muito apertadas podem causar irritações na pele, principalmente em mulheres.

Segundo a Dra. Raquel B. Dardik do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da NYU Langone Medical Center, após a menopausa as paredes vaginais costumam ser mais finais e sensíveis, fazendo com que as irritações sejam ainda mais constantes. Mas independente da idade, segundo a médica, qualquer peça íntima que friccione a pele, causa irritações e está fora de questão.

 

2- Modeladores

Cintas modeladoras e espartilhos disfarçam as gorduras e diminuem alguns números na silhueta, porém são perigosos para a saúde!

A Dra. Donnica Moore, especialista em saúde da mulher, chama atenção para os riscos de interrupção da circulação sanguínea e pode até provocar problemas mais graves no caso de peças realmente apertadas. “Estes modeladores podem até causar dormência ou formigamento nas extremidades. Além disso, por ser uma peça difícil de tirar, muitas pessoas seguram mais tempo para ir ao banheiro, causando problemas urinários.” esclarece a doutora.

 

3- Tecidos sintéticos e seda

Os especialistas concordam: tanto faz o material da peça íntima, desde que a área da virilha seja forrada com algodão, para permitir que a pele respire.

Tanto a seda como alguns tecidos sintéticos retém a umidade da região vaginal criando um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias e fungos.

 

4- Calcinha fio dental

Há quem sempre use e não sinta nenhum desconforto, mas para quem já tem propensão para manifestar doenças causadas por fungos e bactérias, fica o alerta.

Segundo a Dra. Moore, o uso de calcinhas fio dental pode ser um veículo de transporte das bactérias da região anal para a vaginal, por conta da movimentação do dia a dia e do maior contato com a região íntima.

 

5- Roupa íntima para dormir

Dormir sem calcinha é a melhor saída. A Dra. Moore dá a dica: “quanto mais tempo você usar lingerie durante o dia, mais tempo deixe de usar durante a noite”. Assim a região pode respirar e combater proliferação de fungos e bactérias.

 

6- Nada por baixo

Se roupa íntima “respirável” é bom, não usar nada é melhor? Não!

Não usar nada por baixo da roupa pode causar outros problemas ainda piores, principalmente porque nossas roupas não costumam ter forro.  Para os homens e mulheres há o problema da fricção com tecidos mais grossos como o jeans, por exemplo, que pode causar irritações.

Mas as mulheres ainda têm problemas a mais, pois usam saias e vestidos: a umidade natural da região vaginal não tem para onde ir quando se está sem calcinha. Melhor evitar para não passar por embaraços.

 

7- Roupas íntimas suadas

Já deu pra perceber que quase tudo gira em torno dos fungos e bactérias causadas pelo calor e umidade, certo? No caso de quem transpira demais a Dra. Moore recomenda a troca das peças íntimas pelo menos duas vezes ao dia.

Até o algodão vira um vilão nesse caso, pois, apesar de absorver a umidade, ele não seca rapidamente. Um absorvente íntimo diário pode ser a solução, desde que usado com moderação.

 

8- Sabão e amaciantes comuns

Já sentiu coceiras em lugares desconfortáveis? A chamada dermatite de contato é uma forma bem comum de irritação causada principalmente pela alergia a amaciantes e detergentes de lavar roupa.

Você pode não sentir nada no resto do corpo, mas a sua região íntima é muito mais sensível e tem contato direto com sua lingerie. A Dra. Moore menciona inclusive os perfumes contidos nesses produtos. “Recomendo que as mulheres usem produtos hipoalergênicos tanto quanto for possível” – disse a especialista.

 


Fonte: uol.com.br